Publicidade
Capa / Curiosidades

A esfera da discórdia | Super

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 18/02/2025 às 10:00 · Atualizado há 20 horas
A esfera da discórdia | Super
Foto: Reprodução / Arquivo

A World virou assunto recentemente, ao chegar ao Brasil, mas já existe há algum tempo – foi fundada por Sam Altman, CEO da OpenAI, e investidores em 2019.

Você vai até um “ponto de coleta” mantido pela empresa e lá permite que a máquina acima, um computador esférico batizado de Orb, capture imagens das suas íris, os pequenos músculos que circundam as pupilas dos olhos. Em troca, recebe uma certa quantidade da criptomoeda worldcoin (WLD).

(Tools for Humanity/Montagem sobre reprodução)

Quando este texto foi escrito, o prêmio era de 44 worldcoins, o equivalente a US$ 93. A ideia é promover o uso dessa moeda (que você pode vender ou trocar por outras criptos na internet).

Onde ela está

A World afirma ter 1.511 Orbs em operação espalhadas pelo mundo (elas são instaladas em locais públicos, como shopping centers). A empresa diz que a Orb não armazena as imagens das íris – que são deletadas logo após o escaneamento.

Continua após a publicidade

Segundo a World, que afirma ter escaneado os olhos de 16,3 milhões de pessoas, a digitalização da íris serve apenas para evitar que um mesmo indivíduo se cadastre duas vezes.

Mas há receio quanto ao real uso das informações: Espanha e Portugal baniram a empresa, e a Alemanha ordenou que ela apague os dados coletados no país.

No Brasil, após ser questionada pelo Governo Federal, a World anunciou que iria pausar “voluntariamente e temporariamente” o escaneamento de íris.

Continua após a publicidade

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=KNfYGk5rDqA[/embed]

Compartilhe essa matéria via:


Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade