Cruzando fronteiras com refugiados, testemunhando crimes contra a humanidade, viajando com papas ou cobrindo cúpulas diplomáticas, Jamil Chade percorreu mais de 70 países. Com seu escritório na sede da ONU em Genebra, ele foi eleito o segundo jornalista mais admirado do Brasil em 2025. Chade foi indicado 4 vezes como finalista do prêmio Jabuti. Ele é embaixador do Instituto Adus, membro do conselho do Instituto Vladimir Herzog e foi um dos pesquisadores da Comissão Nacional da Verdade.
O governo da Venezuela denunciou as violações cometida pelos EUA e chamou a captura de Nicolás Maduro de “sequestro”. Mas garantiu que as instituições continuam funcionando e que o estado venezuelano controle a integralidade de seu território.
A declaração foi feita nesta no Conselho de Segurança da ONU, que vira palco de troca de acusações entre potências. Nesta segunda-feira, em Nova York e poucos quilômetros de onde Nicolás Maduro estava sendo apresentado à Justiça, o órgão máximo das Nações Unidas foi convocado em caráter de emergência para lidar com a crise na Venezuela.
O que se viu, porém, foi a transformação do encontro em uma demonstração da tensão global e do abalo nas regras que administram as relações internacionais. Russos e chineses pediram que Maduro fosse libertado e não pouparam críticas contra o governo de Donald Trump, inclusive com termos pouco comuns nas reuniões na ONU.
Já o governo americano justificou a ação, alegando que Maduro não era o líder da Venezuela e que “não existe uma guerra contra a Venezuela”.
A delegação venezuelana, porém, usou o palco internacional para denunciar o “ataque ilegítimo e sem justificativa” dos EUA.
“Paz apenas pode ser obtida com direito internacional e sem interpretação seletiva”, alertou o embaixador da Venezuela na ONU, Samuel Moncada. Para Caracas, Trump cometeu uma violação da Carta da ONU, que proíbe o uso da força e alerta para a violação do território venezuelano.
Para os venezuelanos, o ato americano cria um “precedente perigoso para qualquer país”. Caracas também alerta para o risco de normalizar a ofensiva e aponta que, se tal situação for aceita, é a credibilidade da ONU que está em jogo.
A delegação venezuelana insistiu que é vítima por conta da existência de seus recursos naturais. “Aceitar a lógica neocolonial seria abrir espaço para desestabilização. Trata-se de uma ameaça não apenas para Venezuela, mas ao mundo”, completou.
Caracas pediu que EUA respeitem imunidade de Maduro, e devolvam o venezuelano para seu país.
Apesar dos ataques, a delegação diz que o estado está “funcionando”, que há uma continuidade constitucional e que o estado tem controle de seu território”.
Para completar, Caracas garante que Delcy Rodriguez foi empossada como presidente.
Divisão no continente impediu que uma declaração final fosse adotada
O governo da Venezuela denunciou as violações cometida pelos EUA e chamou a captura de Nicolás Maduro de “sequestro”. Mas garantiu que as instituições continuam funcionando e que o estado venezuelano controle a integralidade de seu território.
A declaração foi feita nesta no Conselho de Segurança da ONU, que vira palco de troca de acusações entre potências. Nesta segunda-feira, em Nova York e poucos quilômetros de onde Nicolás Maduro estava sendo apresentado à Justiça, o órgão máximo das Nações Unidas foi convocado em caráter de emergência para lidar com a crise na Venezuela.
O que se viu, porém, foi a transformação do encontro em uma demonstração da tensão global e do abalo nas regras que administram as relações internacionais. Russos e chineses pediram que Maduro fosse libertado e não pouparam críticas contra o governo de Donald Trump, inclusive com termos pouco comuns nas reuniões na ONU.
Já o governo americano justificou a ação, alegando que Maduro não era o líder da Venezuela e que “não existe uma guerra contra a Venezuela”.
A delegação venezuelana, porém, usou o palco internacional para denunciar o “ataque ilegítimo e sem justificativa” dos EUA.
“Paz apenas pode ser obtida com direito internacional e sem interpretação seletiva”, alertou o embaixador da Venezuela na ONU, Samuel Moncada. Para Caracas, Trump cometeu uma violação da Carta da ONU, que proíbe o uso da força e alerta para a violação do território venezuelano.
Para os venezuelanos, o ato americano cria um “precedente perigoso para qualquer país”. Caracas também alerta para o risco de normalizar a ofensiva e aponta que, se tal situação for aceita, é a credibilidade da ONU que está em jogo.
A delegação venezuelana insistiu que é vítima por conta da existência de seus recursos naturais. “Aceitar a lógica neocolonial seria abrir espaço para desestabilização. Trata-se de uma ameaça não apenas para Venezuela, mas ao mundo”, completou.
Caracas pediu que EUA respeitem imunidade de Maduro, e devolvam o venezuelano para seu país.
Apesar dos ataques, a delegação diz que o estado está “funcionando”, que há uma continuidade constitucional e que o estado tem controle de seu território”.
Para completar, Caracas garante que Delcy Rodriguez foi empossada como presidente.
Divisão no continente impediu que uma declaração final fosse adotada