O embaixador da China na ONU, Fu Cong, disse que o país está "chocado" com a invasão dos Estados Unidos à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro. O representante também pediu a libertação do líder venezuelano durante reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira (5).
"A China está profundamente chocada e condena fortemente as ações ilegais e os atos de bullying dos EUA, que já acontece há algum tempo", afirmou Cong logo no início do discurso, depois de relembrar os atos norte-americanos contra o país latino.
Cong também disse que a comunidade internacional expressa preocupação com os Estados Unidos há algum tempo, devido às sanções e às ameaças de força contra Venezuela.
O representante falou que o país norte-americano, como membro fixo do Conselho de Segurança da ONU, não deu atenção às preocupações da comunidade internacional.
O embaixador ainda afirmou que os Estados Unidos não seguiram a Carta da ONU, que define que os membros "se absterão, nas suas relações internacionais, da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer estado." Atualmente, há 193 membros da ONU.
Por fim, Cong pediu pela segurança e libertação de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que foram captados enquanto dormiam. Ambos foram levados à Nova York, onde a primeira audiência do processo contra o líder ocorreu nesta segunda-feira (5).
Na audiência de custódia, o juiz deve perguntar a Maduro e Flores se se declaram culpados ou inocentes das acusações. A partir desta declaração, será desenhado o caminho para um eventual julgamento.
É comum que nesta primeira audiência a defesa, que ainda não está definida para o caso, tente solicitar liberdade mediante pagamento de fiança. No entanto, dois fatores principais são considerados para essa decisão: o risco de fuga e se o detento representa perigo para a comunidade.
"A China está profundamente chocada e condena fortemente as ações ilegais e os atos de bullying dos EUA, que já acontece há algum tempo", afirmou Cong logo no início do discurso, depois de relembrar os atos norte-americanos contra o país latino.
Cong também disse que a comunidade internacional expressa preocupação com os Estados Unidos há algum tempo, devido às sanções e às ameaças de força contra Venezuela.
O representante falou que o país norte-americano, como membro fixo do Conselho de Segurança da ONU, não deu atenção às preocupações da comunidade internacional.
O embaixador ainda afirmou que os Estados Unidos não seguiram a Carta da ONU, que define que os membros "se absterão, nas suas relações internacionais, da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer estado." Atualmente, há 193 membros da ONU.
Por fim, Cong pediu pela segurança e libertação de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que foram captados enquanto dormiam. Ambos foram levados à Nova York, onde a primeira audiência do processo contra o líder ocorreu nesta segunda-feira (5).
Na audiência de custódia, o juiz deve perguntar a Maduro e Flores se se declaram culpados ou inocentes das acusações. A partir desta declaração, será desenhado o caminho para um eventual julgamento.
É comum que nesta primeira audiência a defesa, que ainda não está definida para o caso, tente solicitar liberdade mediante pagamento de fiança. No entanto, dois fatores principais são considerados para essa decisão: o risco de fuga e se o detento representa perigo para a comunidade.