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Maracanã é incluído em lista de imóveis do estado que podem ser leiloados

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 24/10/2025 às 06:12 · Atualizado há 3 dias
Maracanã é incluído em lista de imóveis do estado que podem ser leiloados
Foto: Reprodução / Arquivo

Por Tempo Real

O Complexo do Maracanã, incluindo o próprio estádio, entrou na lista de imóveis que o estado poderá leiloar para arrecadar fundos para pagar sua dívida com a União. A decisão foi anunciada após a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia do Rio (Alerj), pelo presidente do colegiado, deputado Rodrigo Amorim (União).

“Incluí o estádio do Maracanã porque não é admissível que o governo do estado gaste uma fortuna com a manutenção daquele espaço e não faça uma concessão mais longeva de um imóvel que é fundamental para o desenvolvimento esportivo, e que pode ser tratado, com a iniciativa privada, de outra forma”, disse Amorim.

“Cada vez que o Maracanã abre para um jogo, seja ele qual for, é gasta uma quantia próxima a R$ 1 milhão para acontecer o evento”, completou.

O complexo abrange, além do Maracanã, o Maracanãzinho, a área do antigo estádio Célio de Barros e o Parque Aquático Júlio Delamare.

O projeto, que agora conta com um total de 62 imóveis, ainda precisa ser votado no plenário da Alerj, onde poderá receber novas emendas.

Enquanto a maioria dos deputados se organizava para retirar imóveis polêmicos da lista de leilão do governo, 36 novas propriedades foram incluídas no projeto de lei que autoriza o estado a vender parte do seu patrimônio. O novo relatório, que traz endereços como a Aldeia Maracanã e apartamentos da Uerj, foi apresentado nesta quarta-feira (22) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Na reunião, os parlamentares aprovaram o parecer da CCJ com um substitutivo, que já traz as novas inclusões e exclusões da lista do leilão. A partir desse texto, os deputados poderão apresentar emendas durante a votação em plenário, propondo a retirada ou inclusão de outros endereços após as vistorias. Essas alterações podem ser aceitas ou rejeitadas em votação.

Aldeia Maracanã

Enquanto a maioria dos deputados se organizava para retirar imóveis polêmicos da lista de leilão do governo, 36 novas propriedades foram incluídas no projeto de lei que autoriza o estado a vender parte do seu patrimônio. O novo relatório, que traz endereços como a Aldeia Maracanã e apartamentos da Uerj, foi apresentado nesta quarta-feira (22) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Na reunião, os parlamentares aprovaram o parecer da CCJ com um substitutivo, que já traz as novas inclusões e exclusões da lista do leilão. A partir desse texto, os deputados poderão apresentar emendas durante a votação em plenário, propondo a retirada ou inclusão de outros endereços após as vistorias. Essas alterações podem ser aceitas ou rejeitadas em votação.

Alerj (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)Novos imóveis incluem apartamentos de luxo e ocupações populares
A nova lista de bens públicos que podem ser vendidos pelo estado mistura imóveis de alto padrão e espaços de uso social. Entre os endereços luxuosos de propriedade da Uerj, há um apartamento com vista para o mar, na avenida Atlântica, em Copacabana, além de unidades em áreas valorizadas como a rua Barão da Torre, em Ipanema, a avenida Nossa Senhora de Copacabana e a rua Senador Vergueiro, no Flamengo. Na Tijuca, foram incluídos apartamentos próximos ao Maracanã.

Além dos endereços de alto valor imobiliário, o presidente da CCJ, deputado Rodrigo Amorim (União), também incluiu na lista do leilão imóveis com função social reconhecida, como a Aldeia Maracanã e espaços estudantis vinculados à Uerj.

“Eu fiz alusão à inclusão, especialmente, de dois imóveis, e o primeiro deles é a Aldeia Maracanã, que eu considero uma excrescência com o dinheiro público porque é uma área de 14 mil metros quadrados no coração da cidade do Rio de Janeiro, ao lado do maior equipamento esportivo do mundo, que é absolutamente subutilizada por meia dúzia de indivíduos que se apresentam como índios”, justificou Amorim.

(Por Gabriele Maia)

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