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Justiça Eleitoral cassa mandato do vereador de SP Rubinho Nunes por divulgar laudo falso contra Boulos

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 31/05/2025 às 07:57 · Atualizado há 5 horas
Justiça Eleitoral cassa mandato do vereador de SP Rubinho Nunes por divulgar laudo falso contra Boulos
Foto: Reprodução / Arquivo

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A Justiça Eleitoral cassou nesta sexta-feira (30) o mandato o vereador de São Paulo Rubinho Nunes (União Brasil) por ter divulgado em suas redes sociais um laudo falso que atribuía a Guilherme Boulos, candidato do Psol à prefeitura, o uso de cocaína. A decisão também torna Nunes inelegível por oito anos. O vereador ainda pode recorrer da decisão, que é da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo.

O documento falso foi publicado pelo então candidato à prefeito da cidade Pablo Marçal (PRTB), durante a campanha eleitoral de 2024.

Na sentença, o juiz Antonio Maria Patiño Zorz considerou que Rubinho Nunes fez uso indevido dos meios de comunicação social, abusou de poder político e fraudou a legislação eleitoral.

Marçal, responsável pela divulgação do laudo falso foi tornado inelegível por oito anos pelo mesmo tribunal. Ele também é investigado pela Polícia Federal pelo mesmo motivo.

Guilherme Boulos (Foto: Câmara dos Deputados)

Rubinho disse em nota que vai recorrer

A decisão foi tomada em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) ajuizada por Leonardo dos Reis Adorno Becker, candidato a vereador nas eleições de 2024 pela Federação PSOL-Rede.

Em nota, Rubinho Nunes afirmou que vai recorrer da decisão, já que “não houve qualquer ilegalidade”. Ele informou também que não teve responsabilidade na publicação de Marçal do laudo e que retirou a postagem do ar assim que o laudo começou a ser questionado.

Já Guilherme Boulos classificou a decisão como uma vitória tardia da democracia. “A cassação de Rubinho Nunes, bem como a denúncia contra Pablo Marçal, pela divulgação de fake news absurdas contra nossa candidatura em 2024 é uma vitória – ainda que tardia – da democracia. Que a Justiça seja feita, e ambos paguem por seus crimes”, afirmou em nota.

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