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Jaques Wagner diz que não há acordo entre Câmara e Senado sobre o PL Antifacção

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 17/11/2025 às 19:25 · Atualizado há 2 dias
Jaques Wagner diz que não há acordo entre Câmara e Senado sobre o PL Antifacção
Foto: Reprodução / Arquivo

Por Cleber Lourenço

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, afirmou no início da tarde desta segunda-feira (17), em conversa com jornalistas no senado, que não existe qualquer entendimento entre as duas Casas sobre a tramitação do PL Antifacção.

Segundo ele, não tem pacto e o texto segue sem ponto de convergência. A fala adiciona ainda mais pressão a um projeto que já enfrenta poderoso resistência e carece de consenso até mesmo dentro da própria Câmara.

Wagner destacou que o processo se transformou em um texto em regular mutação, o que dificulta qualquer alinhamento. Isso virou uma mudança ambulante, toda hora tem outro projeto, afirmou o senador, criticando a sucessão de alterações promovidas pelo relator e a falta de segurança na negociação.

Questionado sobre o a alegado de aliados de Hugo Motta de que haveria um pacto com o Senado para tramitação do texto o senador foi enfático em negar: “Não tem mesmo”, afirmou.

Na Câmara, o cenário também é de impasse. Deputados divergem sobre o escopo, a arquitetura do projeto e as mudanças incluídas nas últimas versões. Parlamentares relataram à pilastra que não há maioria consolidada que assegure votação segura nesta semana, e que a fala política segue fragmentada.

Foto: Edilson Rodrigues/Sucursal Senado

Senadores cogitam resgatar versão original

Conforme o ICL Notícias noticiou anteriormente, senadores avaliam até mesmo resgatar o texto original enviado pelo governo federalista, caso a proposta avance para o Senado. A possibilidade de retomada do projeto inicial, visto por senadores uma vez que mais técnico e equilibrado, aumentou a tensão entre as Casas, já que deputados têm insistido em alterações profundas que desfiguram o texto do Executivo.

A enunciação de Wagner cristaliza o quadro de desgaste e reforça a percepção, dentro da própria fala política, de que o PL antifacção se tornou mais uma frente de atrito entre Câmara e Senado. A falta de consenso abre espaço para adiamentos e para a urgência de uma novidade rodada de negociações, num momento em que o calendário legislativo já está pressionado pelo termo do ano.

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