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Índices futuros operam no azul à espera de dados de inflação nos EUA

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 24/10/2025 às 08:39 · Atualizado há 15 horas
Índices futuros operam no azul à espera de dados de inflação nos EUA
Foto: Reprodução / Arquivo

Os índices futuros dos Estados Unidos avançam nesta sexta-feira (24) enquanto investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de setembro, adiado pela paralisação parcial do governo norte-americano. O dado é o último antes da reunião do Federal Reserve (o banco central estadunidense), na próxima semana, quando o mercado espera novo corte de 0,25 ponto percentual nos juros.

No Brasil, o foco está no IPCA-15 de outubro (prévia da inflação oficial), cuja prévia deve repetir a alta de 0,48% registrada em setembro, segundo projeções da Reuters. O dia também marca a divulgação do relatório de produção e vendas da Petrobras (terceiro trimestre), esperado para o fim da tarde, além dos resultados de Usiminas e P&G, que podem influenciar o humor dos investidores.

A agenda econômica ainda traz dados de transações correntes e, no exterior, indicadores como o PMI e o índice de confiança do consumidor nos EUA. O presidente Lula (PT) segue em visita oficial à Indonésia, reforçando a pauta diplomática entre os dois países.

Brasil

O Ibovespa engatou mais uma alta na quinta-feira (23) e encerrou o pregão com avanço de 0,59%, aos 145.720 pontos, voltando a superar os 146 mil na máxima do dia — nível não visto desde 30 de setembro. O movimento reflete o otimismo global e a força das commodities, em especial o petróleo.

O dólar comercial recuou 0,20%, a R$ 5,386, enquanto os juros futuros voltaram a cair em toda a curva, reforçando a percepção de menor prêmio de risco local.

Nesta sexta-feira (24), a atenção se volta para os dados de inflação: no Brasil, sai o IPCA-15 de outubro, e nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor de setembro.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a inflação segue “fora da meta”, mas em processo de convergência.

Europa

As bolsas da Europa operam no negativo, nesta sexta-feira, pressionados por resultados corporativos e por novos dados econômicos. Entre os indicadores, destaque para as vendas no varejo do Reino Unido em setembro, a confiança do consumidor na França em outubro e os PMIs preliminares da Zona do Euro, França, Alemanha e Reino Unido.

STOXX 600: -0,14%
DAX (Alemanha): -0,21%
FTSE 100 (Reino Unido): -0,01%
CAC 40 (França): -0,42%
FTSE MIB (Itália): -0,25%

Estados Unidos

No after-market, as ações da Intel avançaram 7% após a fabricante de chips superar as estimativas do mercado, enquanto os papéis da Target subiram levemente após o anúncio de corte de 8% em sua força de trabalho. A temporada de balanços segue esvaziada nesta sexta-feira, mas deve ganhar força na próxima semana, com cinco das Sete Magníficas prestes a divulgar seus resultados.

Dow Jones Futuro: +0,02%
S&P 500 Futuro: +0,18%
Nasdaq Futuro: +0,36%

Ásia

Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram majoritariamente em alta após o anúncio de que os presidentes Donald Trump (EUA) e Xi Jinping (China) devem se reunir na próxima semana. A Casa Branca informou que o presidente norte-americano visitará Malásia, Japão e Coreia do Sul antes do encontro com o líder chinês. Já no Japão, a primeira-ministra Sanae Takaichi apresentou um plano para elevar os gastos com defesa a 2% do PIB até março de 2026.

Shanghai SE (China), +0,71%
Nikkei (Japão): +1,35%
Hang Seng Index (Hong Kong): +0,74%
Nifty 50 (Índia): -0,61%
ASX 200 (Austrália): -0,15%

Petróleo

Os preços do petróleo rondam a estabilidade após subirem mais de 5% na véspera, com a imposição de sanções à Rússia.

Petróleo WTI, +0,44%, a US$ 62,06 o barril
Petróleo Brent, +0,36%, a US$ 66,23 o barril

Agenda

Nos EUA, saem os dados da inflação de setembro, os PMIs da indústria e de serviços de outubro, e a confiança do consumidor, também de outubro.

Por aqui, no Brasil, a reforma do Imposto de Renda em tramitação no Senado pode gerar um impulso de R$ 28 bilhões na economia brasileira, o equivalente a 0,2 ponto percentual do PIB, segundo estudo da FGV (Fundação Getulio Vargas). O levantamento indica que a isenção e a progressividade beneficiarão o consumo e a distribuição de renda sem afetar o investimento produtivo das empresas. Durante audiência na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), o estudo também rebateu críticas sobre a tributação de lucros e dividendos, afirmando que não há evidências de impacto negativo sobre o investimento físico.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg

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